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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SOPA e Protect IP

SOPA

Será votada em Fevereiro a lei de Combate à Pirataria Online(Stop Online Piracy Act - SOPA) no Congresso americano que propõe grandes mudanças na forma e autoridade de detentores de direitos intelectuais agirão contra a pirataria online.

Empresas que prestam serviço de acesso a internet serão consideradas culpadas de difundir conteúdo pirata caso concedam acesso a sites com conteúdo suspeito, sendo assim elas teriam que blquear o acesso a esses sites para evitar punições, algo semelhante já acontece na China.

A proposta de Lei prevê que os grandes sites de conteúdo, gigantes como Google, Facebook e Twitter, seriam responsáveis pelos conteúdos protegidos por direitos autorais publicados ou compartilhados por seus usuários.

Um dos pontos mais discutidos é o bloqueio de serviços de pagamento online para os sites que sejam considerados fonte suspeitas de ajudar a difundir conteúdo protegido pela lei de propriedade intelectual norte-americana.

Sites de Busca seriam obrigados a retirarem de seu indice de busca sites suspetos e só poderiam reconsidera-los após debate na justiça americana.
Outro ponto discutido é que a proposta vincula sites com links à sites suspeitos de pirataria, punindo-os também, ou seja se em algum comentário um visitante fizer um Link para um site de pirataria o site também será bloqueado.

Como isso afeta sitesbrasileiros?

Há mais pontos polêmicos na lei e um deles é a possibilidade de colocar offline sites estrangeiros, inclusive brasileiros, suspeitos de violarem os direitos de autor sem para que isso seja necessária uma ordem judicial.

Plataformas de blog como wordpress podem ser bloqueadas acusadas de quebra de patente de software, assim milhares de sites sairiam do ar, mesmo aqueles hospedados em host prórpios.

Como mais da metade da Infraestrutura da internet está em território americano, as consequências poderão se a lei for aprovada afetar toda a internet mundial.

Protesto:
Sentindo-se ameaçadas pela possivel aprovação da Lei grandes sites resolveram fazer um blackout, ou seja tirar suas páginas do ar, enquanto alguns dos ativistas apenas irão colocar Banners e Faixas em seus sites.

Protect IP


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Novidade

Pessoal,
O blog ficou meio caido essas semanas, foi tanta correria que eu não tive tempo de postar nada.
Maaas o LabInfra voltou em grande estilo, a partir de hoje apresentarei para vocês o Exchange Server 2010, desde a preparação do ambiente a tarefas de gerenciamento.
Espero que estes posts sejam úteis a todos.
Grande Abraço ;)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Hacker é condenado a 20 anos por maior fraude da história

Nova Iorque (EUA) - Um dos hackers mais famosos do mundo foi condenado a 20 anos de prisão na quinta-feira, nos Estados Unidos. O ex-universitário Albert Gonzalez, 28 anos, confessou que ajudou a liderar um grupo global que roubou mais de 130 milhões de números de cartões de crédito invadindo sistemas de varejistas, incluindo TJX, BJ's Wholesale Club e Barnes & Noble.

Sob acordo judicial, ele poderia ser condenado a até 25 anos de prisão, mas pediu ao tribunal que amenizasse a sentença, afirmando ser viciado em computadores desde a infância, além de ter abusado do álcool e de drogas por vários anos e ter sintomas de síndrome de Asperger, uma forma de autismo.

"Me apresento aqui a vocês humildemente após 22 meses sóbrio", disse ele à juiza distrital Patti Saris, em um tribunal lotado em Boston. Gonzalez afirmou que os crimes saíram do controle por causa da sua incapacidade de "deter a curiosidade e o vício".

A sentença ainda pode ser estendida, uma vez que, na sexta-feira, outro juiz decidirá sua sentença por outras acusações, das quais também confessou ser culpado - de roubar dezenas de milhões de números de cartões de empresas de cartões de crédito, incluindo Heartland Payment Systems, 7-Eleven e a cadeia de supermercados Hannaford.

Dolce vita

Enquanto esteve na ativa o hacker teve uma vida milionária, sendo dono de uma casa em um condomínio na cidade de Miami comprada por US$ 1,65 milhão e carros de luxo. O valor de US$ 75 mil que teria sido pago a ele pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos durante o tempo em que ele trabalhou disfarçado - na mesma época dos crimes, de acordo com a revista Wired -, coincidentemente equivale ao que Gonzalez gastou em uma festa de aniversário.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Ministério do Planejamento publica especificações para compra de PCs 'verdes'

O Ministério do Planejamento publicou portaria na quinta-feira, 18, no Diário Oficial da União, que determina as especificações para a aquisição de computadores "verdes" pelo governo federal. De acordo com a Portaria N° 2, os órgãos da adminisração federal devem, preferencialmente, contemplar esses requisitos, que vão desde a melhoria da eficiência energética a restrições quanto à utilização de substâncias nocivas na composição dos equipamentos.

Segundo o Ministério do Planejamento, os órgãos que seguirem essas orientações deverão exigir, no edital, a ausência de substâncias perigosas como mercúrio, chumbo, cromo hexavalente, cádmio, bifenil polibromados, éteres difenil-polibromados em concentração acima da recomendada pela diretiva da Comunidade Econômica Européia Restriction of Certain Hazardous Substances.

Outra característica necessária diz respeito a eficiência dos computadores, que deverá ser superior a 80% no fator potência de desempenho (Power Factor Correction). Assim, há redução no consumo de energia elétrica.

As recomendações foram liberadas para consulta pública entre 14 de dezembro do ano passado e janeiro deste ano, e integram também a Instrução Normativa Nº1, de 19 de janeiro de 2010. Por meio dessa norma, o Ministério do Planejamento regulamentou a utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal.

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento também disponibilizou na internet as especificações de estações de trabalho básica, padrão e avançada, e de notebooks. Essas características devem ser observadas pelos órgãos do governo federal.
 

O Ministério do Planejamento publicou portaria na quinta-feira, 18, no Diário Oficial da União, que determina as especificações para a aquisição de computadores verdes pelo governo federal acordo com o Plano Diretor de Tecnologia de Tecnologia da Informação (PDTI) do órgão. A partir de julho, esse planejamento deverá conter também a política de aquisição, substituição e descarte de equipamentos.

As especificações estão disponíveis no site http://www.governoeletronico.gov.br/sisp-conteudo/especificacoes-tic
.

terça-feira, 23 de março de 2010

Google TV

O Google, a Intel e a Sony formaram um consórcio para produzir uma plataforma de conteúdo web para a sala de estar. O resultado?  Google TV. A nova plataforma se materializará como set-top box ou como um recurso de TVs com conexão à internet; funcionará com o sistema móvel do Google, o Android; e incluirá uma versão do navegador Chrome para uso em aplicações como Twitter ou Picasa, informou em 17/3 o The New York Times.

A ideia por trás da Google TV, afirma o jornal, é alimentá-lo com aplicações como as dos smartphones, que tornem o uso da web na TV tão fácil quanto mudar de canal. O Google espera encorajar desenvolvedores a criar apps para a Google TV da mesma forma que tem feito com o smartphone Android.

Dentro de alguns meses o Google vai fornecer um kit de desenvolvimento para a Google TV, e o jornal diz que as primeiras aplicações surgirão já em meados de julho. Não está claro como essas aplicações serão distribuídas, mas provavelmente o Google vai oferecer algum tipo de loja online – como a que existe para os smartphones com Android.

O domínio da sala de estar é tido como o Santo Graal das empresas de tecnologia. Há muitas set-top boxes no mercado que oferecem vídeo streaming do YouTube, acesso a filmes  alugados via download e navegação na web – os três principais consoles de jogos (Xbox 360, PlayStation 3 e Wii) são provas disso, bem como os gravadores digitais da TiVo, o Apple TV e o set-top box Roku.

Nenhum desses produtos, no entanto, conseguiu conquistar uma base de usuários grande o suficiente para ser declarado o rei da sala de estar, capaz de exibir conteúdo online e físico, como DVDs, em um só lugar. Será que o Google é capaz de se dar melhor que seus concorrentes, e dominar os lares com a Google TV? Talvez. Mas, antes de isso acontecer, será preciso encontrar respostas a algumas questões – e elas não param de surgir.

1. O que é afinal a Google TV: uma plataforma ou um produto?
Como o Google virou parceiro da Sony, é razoável assumir que os primeiros set-top boxes e as primeiras TVs virão com a marca Sony. Mas não é do estilo do Google amarrar-se a um único fabricante. Quanto tempo levará até que outra empresa inclua o Google TV em seus produtos? A Google TV será exclusiva dos produtos da Sony, ou veremos o recurso em outros fabricantes, como LG, Samsung e Panasonic?

2. Navegação na web pela TV funciona?Set-top boxes que jogam videogames, exibem vídeos, apresentam fotos e tocam música são grandes ideias, mas e o resto da web? O fato é que as pessoas costumam visitar blogs, redes sociais e novos sites, todos com uma boa dose de texto.

Mas é costume sentar-se a pelo menos um metro e meio da TV da sala, o que tornará qualquer leitura desconfortável. Qual é a probabilidade de as pessoas usarem a TV para tuitar ou trocar mensagens instantâneas? Há muitas tentativas fracassadas de levar a web para a sala de estar, e uma das principais razões dessas falhas é que há algo de artificial em navegar na web numa tela distante quase dois metros de seus olhos.

Uma solução possível seria tornar seu Nexus One, iPhone ou mesmo iPad em uma tela remota. Imagine visitar uma página em seu dispositivo móvel  e vê-la exposta na tela da TV. Dessa forma seria possível ler uma notícia no dispositivo móvel e assistir ao vídeo que a acompanha na tela grande. Isso sim seria uma combinação de matar.

3. Haverá Netflix?
Aparelhos compatíveis com o sistema de aluguel de vídeos online Netflix são um grande sucesso. Já é possível comprar (nos EUA) TVs e set-top boxes com acesso ao Netflix produzidos por grandes marcas, como LG, Panasonic, Sony, Samsung e Vizio. E o Android, também vai oferecer este serviço? O Netflix até poderia produzir sua própria aplicação para a Google TV com o kit de programação que será liberado. Mas talvez a empresa prefira uma integração mais sólida e não ser mais uma aplicação entre tantas outras que deverão compor o mercado de apps para a Google TV.

4. A Google TV terá Bluetooth?
Google, Sony e Intel afirmaram ter combinado com a Logitech a produção de periféricos para a Google TV, tais como um controle remoto e um pequeno teclado. Não está claro como os aparelhos da Logitech vão se conectar com o set-top box, mas Bluetooth parece fazer mais sentido. Se for esse o caso, resta perguntar: poderemos usar teclados Bluetooth padrão (ou mesmo um mouse) com a Google TV, ou a nova plataforma só funcionará com aparelhos da Logitech?

5. Como vai funcionar a publicidade na Google TV?O New York Times informa que a principal motivação do desenvolvimento da Google TV é “assesugar que seus... sistemas de busca e publicidade tenham um papel central”. Será que isso significa que só veremos a publicidade tradicional do Google do jeito que ela aparece na web? Ou os anúncios serão entregues às aplicações da Google TV, possivelmente até durante a navegação na web? Veremos, por exemplo, anúncios do Google debaixo dos vídeos do Hulu ou do site do New York Times? Já existe muita invasão publicitária, tanto na televisão como na web. O Google TV vai melhorar ou piorar essa situação?

Essas são apenas algumas das questões que podem ser levantadas. O que você pensa de ter o Google em sua sala de estar? Será que dessa vez dará certo? Ou o Google TV será mais um da longa lista de experiências que tentaram levar a web para a televisão? Acho que essa discursão vai longe. E você, o que acha disso tudo?

quarta-feira, 10 de março de 2010

WiMAX


O ano de 2009 foi empolgante para a tecnologia WiMAX e 2010 promete trazer mais redes, mais inovação e mais opções para prestadores de serviços e consumidores, especialmente para o Brasil, depois que a Anatel anunciou a liberação de espectro de 3,5 GHz para o uso da tecnologia WiMAX.

Para analistas, a licitação deve acontecer até o final do ano. É importante destacar que o WiMAX está pronto para atender às necessidades do Brasil. Essa decisão do governo é um passo importante no cumprimento de suas metas de banda larga. Além disso, prestadores de serviços internacionais já mostraram interesse em investir no mercado brasileiro, incentivando ainda mais a competitividade de mercado.

O WiMAX passou a sua etapa de testes e agora oferece a milhões de consumidores de todo o mundo a liberdade da banda larga. Muitas pessoas já podem desfrutar da habilidade de acessar a banda larga durante deslocamentos, ao mesmo tempo em que muitos mais estão apenas experimentando a conectividade de banda larga pela primeira vez. A abertura da tecnologia WiMAX é parte do seu charme para os provedores de serviços que estão tentando pensar além do modelo celular tradicional. A tecnologia WiMAX oferece um padrão aberto, um ecossistema de dispositivos aberto, opções para a implementação de modelos abertos, roaming aberto, uma estrutura de IPR aberta e acesso aberto a um saudável e robusto ecossistema.

Vejamos como o WiMAX continua a inovar nessas áreas.

Padrão aberto: O WiMAX Forum, juntamente com 50 empresas, anunciou recentemente o endosso ao envio do padrão IEEE, para a ITU-R, que propôs um candidato baseado no IEEE 802.16m para a IMT-Advanced. Simultaneamente, o WiMAX Forum também anunciou que  finalizaremos a nossa especificação WiMAX Release 2 em paralelo com o IEEE 802.16m e a IMT-advanced, assegurando que as redes e dispositivos WiMAX Release 2 continuarão compatíveis com os antigos dispositivos WiMAX Release 1 baseados no padrão IEEE 802.16e. O desenvolvimento do padrão 802.16m oferece novas capacidades e eficiências para atender os desafiadores requisitos da IMT-Advanced, com taxa de desempenho de mais de 300 Mbps devendo estar comercialmente disponível entre 2011 e 2012. O perfil WiMAX versão 2 do WiMAX Forum também incorporará essas capacidades para um melhor desempenho VoIP, eficiência espectral, latência, velocidade de transição, alcance celular e cobertura, com suporte para uma maior largura de banda operacional, tanto no modelo de duplicação TDD, quanto FDD.

Ecossistema de dispositivos aberto: Dispositivos WiMAX multímodo já chegaram e não há duvidas de que a WiMAX será a tecnologia dominante nos dispositivos embarcados. Já existem mais de 300 dispositivos WiMAX disponíveis no mercado atualmente, com pelo menos outros 180 em desenvolvimento. Até este mês, os produtos certificados pelo WiMAX Forum disponíveis comercialmente já somam mais de 150, o que resulta em preços mais baixos, economias de escala e interoperabilidade entre os operadores. Juntamente com os diversos produtos WiMAX Móvel já certificados nas bandas de 2.5 e 3.5 GHz, o WiMAX Forum espera que o primeiro grupo de produtos móveis de 2.3 GHz seja certificado pelo WiMAX Forum no primeiro trimestre de 2010. Os perfis de certificação para a banda de 2.3 GHz também abrem caminho para os dispositivos tri-banda Certificados pelo WiMAX Forum em 2010, que ampliarão as oportunidades para o roaming global entre a maioria das redes. Para se preparar para o aumento da demanda na certificação, o WiMAX Forum abrirá dois laboratórios adicionais no Brasil e na Malásia em 2010.

Implementações abertas: O WiMAX é uma tecnologia capaz de mudar o mercado para modelos de negócios e serviços flexíveis e abertos. Estamos testemunhando o surgimento de novos modelos de uso, à medida que os usuários WiMAX estão consumindo dados com uma freqüência e escala nunca vistos com qualquer outra tecnologia móvel. Por exemplo, os usuários da rede WiMAX Móvel da Yota na Rússia estão consumindo em média 10 Gig/mês contra os 5 Gig/mês dos usuários 3G nos EUA, que pagam extra por essa quantidade. O antigo modelo de contar minutos e contar megabits não é o ideal para a adoção pelo mercado de massas. O que é preciso é a capacidade 4G e o surgimento de novos modelos de uso amigáveis. Para competir no mercado, os provedores de serviços devem adotar um modelo aberto para a Internet, permitindo que os consumidores experimentem a Internet da maneira que bem entenderem.

A tecnologia WiMAX habilita esse novo modelo aberto para a internet, fornecendo um modelo de negócio viável. O WiMAX Forum atualmente acompanha pelo menos 518 implementações comerciais em 146 países. Além do aumento no número de redes acompanhadas pelo WiMAX Forum, muitas das redes WiMAX já estabelecidas continuam crescendo rapidamente. Exemplos incluem a Yota, que atingiu a marca de 200.000 assinantes na sua rede russa em outubro, e a Packet One Networks na Malásia, que divulgou ter atingido a marca de 80.000 assinantes. Clear, Sprint, Comcast e Time Warner Cable também fizeram progressos na expansão de suas redes, com mais cidades dos EUA prontas para o lançamento de novas redes até o final de 2009. A UQ Communications planeja cobrir mais da metade da população japonesa até o final de dezembro, e a rede WiMAX Móvel da KT já cobre mais da metade da população coreana.  Para mais informações sobre implementações WiMAX, visite www.WiMAXMaps.org.

Roaming aberto:
O WiMAX Forum também oferece um Programa de Roaming Global online que permite que os operadores e prestadores de serviços obtenham facilmente as informações necessárias para o fornecimento de serviços de roaming WiMAX. Esse programa foi habilitado pelos operadores WiMAX para demonstrar publicamente o primeiro roaming global da tecnologia WiMAX Móvel na WiMAX Forum Member Conference em Taipei no mês de outubro de 2009. Essa demonstração pioneira da tecnologia WiMAX ilustrou a interoperabilidade dos equipamentos WiMAX, bem como a disponibilidade e a preparação do roaming internacional em redes WiMAX comerciais.

Acesso aberto: O WiMAX pode e está enriquecendo a vida das pessoas em áreas emergentes e em desenvolvimento ao oferecer a conectividade de banda larga para qualquer pessoa, a qualquer momento, em qualquer dispositivo e em qualquer lugar. Os assinantes WiMAX têm a liberdade de escolher qualquer aplicativo da Internet – que é o teste real da Internet aberta. Eu os encorajo a perguntarem se a tecnologia habilita a Internet aberta: Funciona o Skype? Funciona o Slingbox? Se a resposta for não, ela não é aberta.

Como primeira tecnologia 4G disponível, o WiMAX pode fornecer três vezes o desempenho das atuais soluções 3G, com a habilidade de aumentar em até 10 vezes o desempenho. Estamos vivendo uma era de mudanças sem precedentes – e o WiMAX é uma mudança para melhor, já que a necessidade pela abertura e igualdade é ainda mais crítica. Ou seja, a fabricação agressiva da WiMAX está, sem dúvidas, fomentando a evolução da verdadeira Internet móvel – vamos entrar nessa!

terça-feira, 9 de março de 2010

Caso Telebrás - #1

Com toda a discurssão e polêmica em torno do Plano Nacional de Banda Larga, vamos aos poucos nos interar mais sobre o plano e as empresas envolvidas.
E para começar nada melhor do que entender quem é quem.


  • Telebrás: é uma sociedade anônima aberta, de economia mista, constituída em 09 de novembro de 1972, nos termos da autorização inscrita na Lei n° 5.792, de 11 de julho de 1972, vinculada ao Ministério das Comunicações exercendo, após o processo de desestatização de suas controladas, todas as atividades institucionais como ente integrante da Administração Pública Federal. Responde pelo seu contencioso judicial, mantendo em seu quadro funcional empregados cedidos à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Presidência da Republica, Ministério das Comunicações, Ministério do Planejamento e Ministério dos Transportes. Cumpre, ainda, com todas as obrigações perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em função de seus mais de 2 dois milhões de acionistas, sendo a União o acionista majoritário.  
  • Eletronet: surgiu como empresa estatal no início da década de 1990. Parte da empresa foi privatizada em 1999 com a venda de 51% de seu capital para a americana AES. O governo manteve 49% das ações. Com a falência, o grupo americano vendeu a sua participação para uma empresa canadense, que revendeu metade do ativo para Nelson dos Santos. É alvo de polêmica envolvendo o ex-ministro José Dirceu, que teria passado informações privilegiadas a Nelson Santos que, por sua vez, adquiriu a Eletronet por R$ 1.
  • Eletrobrás: empresa de capital aberto, controlada pelo governo brasileiro, que atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Com foco em rentabilidade, competitividade, integração e sustentabilidade, a companhia lidera um Sistema composto de 12 subsidiárias, uma empresa de participações (Eletropar), um centro de pesquisas (Cepel) e metade do capital de Itaipu Binacional. A companhia afirma ser a única dona de uma rede de fibra óptica de 16 mil quilômetros que liga o Sul à Fortaleza e retorna pelos estados do Centro-Oeste.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ataque a dados Corporativos

Rio - Um estudo da Symantec feito em janeiro deste ano, com gestores de tecnologia da informação de 2.100 empresas dos mais diferentes segmentos de indústria em 27 países de todo o mundo, inclusive da América Latina, concluiu que a maior preocupação das áreas de TI é segurança dos dados. Além disso, a pesquisa indica um aumento na frequência dos ataques cibernéticos, custos para proteger as informações e na dificuldade para protegê-las.

Na América Latina, os dados apontam que as empresas gastam em média US$ 500 mil por ano em decorrência de ataques cibernéticos e que 49% delas já sofreram algum tipo deles nos últimos 12 meses. O estudo ainda revelou que os grupos entrevistados tiveram alguma perda de dados por causa de ataques virtuais.

Para o Brasil, o estudo aponta que as principais formas de roubo de dados foram através de engenharia social como spam e pishing, com 63% de ocorrência. Na sequência estão oa ataques maliciosos internos, provocados por ex-funcionários mal-intencionados e ações internas sem intenção - provocadas por falta de qualificação do colaborador. Segundo a pesquisa, 48% das empresas brasileiras que afirmaram terem perdido dados confidenciais ou proprietários.

Fonte: O Dia OnLine

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Cinco passos para adaptar-se ao conceito de TI sustentável


Uma das principais decisões que devem ser tomadas na convenção sobre o clima da ONU (Organização das Nações Unidas), que reúne líderes de 192 países esta semana em Copenhague (Dinamarca), é a aprovação de um documento que vai dar continuidade ao  Protocolo de Kyoto - que estabelece metas para redução na emissão de gases-estufa na atmosfera.


Do lado das empresas, a aprovação desse documento deve representar medidas mais rígidas dos governos para que as organizações adotem uma postura mais  sustentável em relação ao meio ambiente. E, no caso específico do Brasil, as companhias devem ficar especialmente preocupadas, uma vez que ainda têm muito a evoluir no tema, de acordo com a sócia-diretora da consultoria Deloitte Marcia Ogawa Matsubayashi. “O executivo de TI tem papel determinante na adequação das empresas aos padrões de gestão sustentável”, afirma a especialista.
Ainda de acordo com Marcia, a área de tecnologia é certamente uma das que mais precisarão ser reformuladas nesse processo de mudanças. “O consumo energético com TI representa 2% de toda a energia gasta no planeta”, informa Marcia, que complementa: “Transportando esse número ao ecossistema corporativo, é possível imaginar os desafios que os CIOs encontrarão para adequar o departamento às políticas sustentáveis.”
De olho nesse cenário, a especialista formulou um conjunto de etapas que os gestores de TI devem passar para alcançar a sustentabilidade.
Desenvolvimento interno – o CIO de uma companhia que desenvolve tecnologias internamente deve esclarecer aos colaboradores que, a partir de então, tudo deve ser estruturado de forma sustentável. Ou seja, os softwares e aplicações precisam ser projetados sem a utilização de componentes tóxicos e com a preocupação de que eles sejam viáveis o maior tempo possível. Além disso, há uma exigência de que o CIO analise a integração de qualquer nova aplicação ou hardware ao atual ambiente, com o intuito de evitar investimentos desnecessários.
Uso consciente – mais do que exigir o desenvolvimento verde das tecnologias, é papel do gestor de TI evangelizar os funcionários sobre as formas de atuação mais sustentáveis, as quais incluem práticas para a redução do consumo energético (como a exigência de que todos desliguem as máquinas por completo antes de ir embora ao final do dia) e o compartilhamento de recursos (sejam eles tecnológicos ou referentes à rotina corporativa, como os materiais de escritório, por exemplo).
Reciclagem – todo gestor deve desenvolver políticas para que o lixo produzido pelo seu departamento seja reciclado e reaproveitado. No caso da TI, essa situação é ainda mais crítica, visto que além de componentes eletrônicos os líderes devem criar processos para o descarte e armazenamento de máquinas e dados.
Contratação responsável – as empresas estão inseridas em uma cadeia que inclui fornecedores, clientes e a sociedade. Assim como já feito por algumas companhias estrangeiras, as organizações precisam exigir que seus fornecedores adotem políticas sustentáveis. Embora o apelo financeiro para a compra de suprimentos mais baratos possa pesar nos orçamentos, o CIO tem de mostrar ao CFO e ao CEO como a adoção de tecnologias verdes, por exemplo, é capaz de gerar grande economia no longo prazo.
Proliferação – mais importante até do que todas as etapas anteriores, o líder tem de agir de acordo com o seu discurso. Nesse caso, isso implica em adotar posturas sustentáveis na vida pessoal e agir como um proliferador da consciência verde na empresa e na sociedade.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Conheça os 13 maiores erros de segurança

Para Rodrigo Souza, consultor sênior em segurança da informação da empresa, problemas como invasões, vírus, spam e phishing devem ser considerados, mas o comportamento dos próprios funcionários também deve ser levado em conta.


“As pessoas representam um dos maiores problemas, ou solução, para a boa manutenção e segurança da informação” afirma. Souza acredita que o “peopleware”, é o elo mais fraco da corrente, e que todas as práticas de segurança podem ser invalidadas se os funcionários não estiverem atentos.

Isso não isenta a responsabilidades das empresas, que devem cuidar da sua estrutura para garantir a segurança de seus projetos.

“De maneira geral, as brechas ocorrem porque as empresas podem falhar na hora de tomar todas as precauções para garantir a integridade dos sistemas”, disse.

Para ilustrar a situação, o consultor preparou duas listas com os maiores erros de segurança cometidos pelas corporações e pelos usuários. Confira:

Cinco erros cometidos pelas empresas

1- Falha na conscientização dos colaboradores em tornar a segurança parte da cultura da empresa

2- Falta de foco na identificação dos riscos relacionados ao negócio.

3- Falha na gestão: 95% dos problemas de segurança podem ser resolvidos com gerenciamento, 65% dos ataques exploram ambientes mal configurados, 30% dos ataques exploram vulnerabilidades conhecidas e podem ser resolvidas aplicando pachs, hotfixs e service packs (pacotes de correção), segundo a SearchSecurity.TechTarget.com

4- Fuga das informações: As informações não são classificadas, os pontos de fuga não são conhecidos, as empresas não sabem como controlar o trânsito das informações

5- Erro na análise de eventos e logs: ambiente heterogêneo, grande volume de logs, falta de capacitação

Oito erros cometidos pelos usuários

Por parte dos usuários, o especialista ressalta os oito erros mais cometidos e que prejudicam a segurança:

1- Enviar dados e informações da empresa para email pessoal

2- Salvar informações em mídias removíveis sem criptografia de dados

3- Enviar informações por meios não seguros

4- Salvar informações sensíveis e confidenciais em áreas públicas

5- Emprestar credenciais de acesso (física ou lógica)

6- Acessar sites proibidos

7- Enviar correntes e email em massa

8- Salvar arquivos pessoais na rede (MP3, vídeos etc).

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

As 10 maiores tendências de TI para 2010

A consultoria Gartner divulgou lista com as dez principais tendências estratégicas de TI para a maioria das organizações em 2010. São tecnologias que impactam os planos, programas e iniciativas de longo prazo das companhias, por já estarem maduras. Confira abaixo:


Cloud computing - modelo em que fornecedores entregam aos consumidores série de serviços baseados em nuvem. Os recursos do cloud não eliminam os custos das soluções de TI, mas os reorganiza e, em alguns casos, os reduz.

Análises avançadas - ferramentas e modelos analíticos devem ser adotados para maximizar os processos de negócio e a eficácia das decisões por meio da análise de resultados. Isto pode ser visto como um terceiro passo no suporte a decisões de negócios operacionais. Regras fixas e políticas pré-definidas renderam-se a decisões impulsionadas por informações corretas fornecidas no momento correto, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações.

Client computing - a virtualização está criando novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing. Como resultado, a escolha de uma determinada plataforma de hardware de PC e, consequentemente, a plataforma do sistema operacional, torna-se menos crítica. As organizações deveriam estabelecer, proativamente, um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing.

TI verde - a TI pode viabilizar muitas “iniciativas verdes”, como gestão de documentos eletrônicos e redução de viagens com o uso de videoconferência. A TI também fornece ferramentas analíticas que a organização pode implementar para reduzir o consumo de energia no transporte de mercadorias ou em outras atividades de gestão das emissões de carbono.

Remodelagem do data center - descobrir o que a empresa tem, estimar o crescimento para 15 a 20 anos e, então, fazer a construção adequada. Os custos serão realmente menores se as organizações adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais, que são uma parte não trivial das despesas gerais de TI para a maioria dos clientes, libera recursos para serem aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou no próprio negócio.

Computação Social (Social Computing) - Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para suportar seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (sejam pessoais ou em grupo) e outro para acessar informações “externas”. As organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Não ignore a função do perfil social de reunir as comunidades.

Segurança – Tradicionalmente, o foco da segurança tem sido estabelecer um muro perimetral para manter os outros de fora, mas ela evoluiu para monitorar atividades e identificar padrões que foram esquecidos anteriormente. Os profissionais de segurança da informação enfrentam o desafio de detectar atividades maliciosas em um fluxo constante de eventos distintos que normalmente estão associados a um usuário autorizado e são gerados a partir de múltiplas redes, sistemas e fontes de aplicações.

Memória Flash - A memória flash não é algo novo, mas está se movendo para um novo nível no plano de storage. A memória flash é um dispositivo semicondutor de memória, familiar por seu uso em pendrives e cartões de câmeras digitais. É muito mais rápida do que os discos giratórios, mas consideravelmente mais cara; porém, este diferencial está acabando.

Virtualização para disponibilidade - A virtualização tem estado na lista das principais tecnologias estratégicas nos anos anteriores e está na relação deste ano porque o Gartner enfatiza novos elementos, como a migração dinâmica para disponibilidade, que tem implicações no longo prazo.

Aplicações móveis - Até o final de 2010, 1,2 bilhão de pessoas carregará consigo dispositivos capazes de realizar transações comerciais móveis, proporcionando um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da web. Já há algumas milhares de aplicações para plataformas como Apple iPhone, apesar do mercado limitado e da necessidade de uma codificação única. Isto pode levar a uma nova versão que seja projetada para operar de forma flexível tanto nos PCs quanto nos sistemas em miniatura.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

7 dicas para ser feliz trabalhando com segurança em TI

Artigo interessante que me chamou a atenção, vale a pena seguir essas dicas...

Em um bom dia, a área de segurança de tecnologia da informação (TI) pode ser dura para a cabeça e para o corpo. Não há escassez de profissionais de TI que tenham desenvolvido disposição para uma batalha sem fim com diretores sobre política e financiamento – sem mencionar empregados que têm hábitos no computador que colocam a empresa em risco todo dia.


O presidente e principal analista da Security Incite, Mike Rothman, já desafiou diretores de diversas outras empresas – e foi demitido mais de uma vez por causa disso. Durante o caminho, ele aprendeu a ser feliz na profissão apesar de todos os desafios.

Rothman está viajando por diferentes organizações de segurança, fazendo uma apresentação chamada “A busca pela felicidade na segurança”. Em entrevistas recentes, ele definiu sete meios de alcançá-la.

1- Aceite que você não pode vencer

Vamos encarar: não importa quantas horas você gasta, nem quão grande é o seu orçamento de segurança, os "caras maus" sempre estarão três patamares acima do seu. Também é inevitável que você não receberá créditos quando não houver ataques e a culpa certamente será sua em caso de violação de dados.

A dica de Rothman é definir o que você considera um sucesso e fazer seu melhor para alcançá-lo. Lembre-se que o CEO (Chief Executive Officer) pode definir o sucesso da carreira, mas VOCÊ define o sucesso pessoal. Se os recursos, fundos e comprometimento dos diretores são o suficiente para você alcançar o sucesso pessoal, vá em frente.

2- Mantenha o foco no que você pode controlar

Não importa quanto você tente, sempre há algumas coisas que você não pode controlar: diretores, orçamento, usuários, desafios operacionais de TI. A boa notícia é que há coisas que você pode controlar: políticas, recados de segurança, monitoramento, por exemplo, que permitem uma resposta rápida a atividades estranhas, comunicação, entre outras coisas.

3- Procure o que não é normal

Como Rothman citou anteriormente, os "caras maus" estão sempre alguns passos à frente. Por exemplo, com botnets em todos os lugares, ataques de negação de serviço estão se tornando mais baratos. E não importa quanto você avise e treine os empregados, sempre vai ser um ou dois que vão cair em golpes virtuais. Quanto mais você monitorar o sistema para atividades estranhas, maiores serão as chances de impedir o roubo de dados.

4- Comunique o bom e o ruim

Como existem coisas além do seu controle, não machuca diminuir as expectativas ou, como Rothman sugere, “controlar expectativas”. Para isso, o especialista recomenda usar o que ele chama de regra de três: 1- Contar a todos o que você vai fazer; 2- Fazer e 3- Contar o que você fez.

5- Não leve para o pessoal

Essa dica é especialmente difícil se você tenta controlar o que não pode controlar. Tente não levar para o lado pessoal.

6- Proteja-se

Tente se proteger politicamente documentando tudo e sendo legal – até que seja hora de não ser mais legal.

7-Conheça-se

Simplificando, o trabalho é o que você faz, não o que você é. Ao perguntar o que ele é, Rothman oferece uma lista: marido, pai, amigo, chato, cara da segurança, analista e marqueteiro ruim. Se você perceber que não está fazendo o que gosta, é hora de ser honesto consigo mesmo e mudar de área. “Mudanças são boas”, finaliza Rothman.